De-ponto-em-ponto-a-gente-chega-lá

Existem alguns desafios para que algumas pessoas comecem a escrever e se expressem.
1) A falta de conhecimento em nossa língua.
2) Não saber como tornar um escrita mais fluida.
3) Vontade enorme mas em contrapartida o medo por escrever algo supérfluo e que nenhum leitor gostaria de ter na estante de casa.

 

Bom vamos começar pelo conhecimento de nossa língua.

Não tem milagre que faça alguém conhecer nosso idioma corretamente, a não ser pela leitura.
Mais do que essa dica óbvia, posso salientar viagens e buscar por outras culturas nacionais.
Acho muito válido conhecer gírias e regionalizações. Além de tornar o vocabulário mais rico, pode ajudar muito na construção de diálogos das personagens. Basta você escrever uma fala que seja típica de um estado ou região e não precisará explicar ao leitor aonde a personagem nasceu ou vive.

Ter uma escrita mais fluida não é de todo difícil.
Além de buscar boas narrativas, a prática ajudará e muito.
Escrever de maneira leve e solta em algumas páginas e depois estruturar para ser “entendivel”, ajuda muito, pois com o tempo ficará mais facilmente entender por onde começar, discorrer e finalizar.

Uma boa atitude é ter o hábito de tomar notas e depois discorrer sobre elas.

Agora resolvendo a questão de: “Será que alguém vai gostar?”.
Duas coisas são extremamente importantes.
Uma é buscar sempre o feedback de pessoas positivas. Elas sempre te fornecerão críticas construtivas e tentarão ser sutis aos erros gramaticais ou se em algum ponto a história pareceu desinteressante.

A segunda importância é buscar referências para entender como um texto cativante e que engaje pode passar algum conteúdo de valor, mesmo em poucas páginas. Para isso, fazer uma boa seleção de textos é fundamental e lê-los como um escritor e não um leitor comum.

 

Não basta aprender a ter uma ótima fluidez para manter o leitor hipnotizado a um texto vazio e que o fará perder seu bem mais escasso, o tempo.

 

Com certeza, de ponto em ponto, a gente chega lá.